quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Eu advirto: A internet faz mal a saúde

Esse é um aviso sincero sobre os momentos que passei. No início era brincadeira, só experimentava de vez em quando. Normalmente na casa dos outros, nem tinha em casa. Daí a coisa ficou séria, comecei a mexer com essas paradas dentro da minha própria casa, indiscriminadamente. Se não tinha nada pra fazer, ia lá e mandava brasa (putz..essa é velha).

Sim, a droga chamada internet já havia me aliciado, me seduzido. Me trouxe necessidades até então que não possuia - ou será que apenas não conhecia?

Brincadeira? Infelizmente não. Há quase uma semana, a empresa responsável por minha conecção estava fazendo um trabalho de manutenção, o qual me trouxe algumas horas sem 300 kilobites por segundo. Foram horas estressantes sem saber o que fazer... Ler um livro, você diria. Não, eu queria saber o porquê de não ter minha velocidade de download! Porquê minha "conecção" com o mundo havia sido cortada. Porquê meu cordão umbilical de informação estava solto. Acima de tudo, porquê parecia que estava tão sozinho.

A conclusão que cheguei, e que agora, por ela, faço essa advertência, é de que a tela do computador é a nova tela de TV. Se antes tinhamos que esperar por determinado horário para sentarmos no sofá e divagar com algo tolo o bastante para entreter, agora podemos sentar numa cadeira de estofamento duvidável e clicar para abastecer nossa ignorância. São muitas opções além da Globo, SBT, Record.. da antiga televisão. Todo tipo de entretenimento inócuo, ou não, está lá.

Quantas séries você vê atualmente? Quantos filmes você baixou? Quantos downloads de álbuns que você ainda não escutou? A cartilha é a mesma pra maioria das pessoas. Essa tele-tela não avisa seus males, não vem com manual de intruções, nem advertência, como um maço de cigarros. Entretanto, além de ser um avanço, pode ser também, se mal usado, a maior droga do séc. XXI.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Discos que mudaram a história (pelo menos a minha) parte 1


Na incrível falta do que falar nesses dias, resolvi apelar para algo que já é inerente ao cotidiano do ser humano - a música. Quando estiver com vontade de escrever, e não ter uma idéia interessante, aparecerei (que palavra feia!) com uma resenha sobre os albúns que marcaram/marcam/estão marcando minha vida. Afinal, como diria o poeta, "Ah Ah Ah, não pode parar".

Vamos começar com classe, já que é pra ser o primeiro, não haveria escolha diferente. Estas são provavelmente as músicas que eu mais ouvi até hoje na vida. Às vezes fico um bom tempo sem escutá-lo, mas eu sempre lembro dele naquela semana meio parada.

Weezer - "Blue Album", ou "Azul", como diria um nacionalista amigo meu.

Pra começar, esse cd do Weezer nao tem nome, é só Weezer mesmo. Vendo a capa ao lado você já adivinha de onde veio o apelido "Blue...". Então, ele foi lançado nos meados de 94, pela Geffen Records - a mesma do Nirvana - com incríveis 10 canções.

Dez canções impressionantes. Se houvesse sido lançada (até o presente momento) uma coletânea da banda, incluir as 10 músicas seria estranho, mas não um absurdo. Absolutamente. O disco começa com My name is Jonas, uma introdução rápida de violão que já desaba numa das maiores qualidades da banda, a bela distorção das guitarras e, antes que eu me esqueça, distorção com as paletadas pra baixo (sim, pra baixo, não-alternadas). Que acaba lembrando os Beatles, se eles usassem distorção, é óbvio, na fase Iê-iê-iê. A música em si não vende o estilo do Weezer por completo, mas já fica impresso com letras interessantes. Rivers Cuomo berra "The workers are going home!! Yeah, yeah, yeah!". Muito legal. E lá vem de novo a introdução, ou seria Outro? de violão, como no inicio da musica, selando a própria.
Daí vem No one else, com as mesmas guitarras, mas já com a levada característica da banda. Música feliz, que te bota pra cima. A letra é tola e simplória, como de quem que acabou de sair da High School.. "I want a girl who will laugh for no one else" - isso mesmo, reminiscências da adolescência nerd de Cuomo. Bonitos arranjos de guitarra, viradas de bateria, e um refrão ganchudo. Partimos então para The world has turned and left me here, violão e guitarra (distorcida, claro) juntos. Acho estranho porque ao vivo, a guitarra devia ficar por cima do violão, bem, como ainda nao vi nao sei. A música diz no fim, com a segunda voz, "Do you believe what I sing now?, parece um recado. Eu sempre achei que ele cantava num "still the boy behind my face" num trecho, mas na verdade é "still the voice..", bem, segue a luta. a música é meio triste e termina com aquele clima violão e microfonias... Para a incrível Buddy Holly - Rivers diz - "Sim, nós acreditamos no anos 60 e em sua sonoridade e não me importo!". Vide "I don't care what they say about us anyway. I don't care 'bout that." Tem até aquela paradinha, em que todos instrumentos para de tocar e só a guitarra faz um arranjo, pra em seguida, todo mundo voltar a tocar. É clássica, e tem um clipe perfeito (vide meu orkut, lá tem). A próxima é Undone (The sweater song), li num blog e concordei com a descrição. É um perfeito exemplo de uma música indie dos anos 90, pela levada e pelas letras. Demorei a reparar, mas na intro tem um diálogo que aparentemente se passa dentro de um show, uma festa. Um cara está todo animado enquanto o outro só dá respostas enviesadas - típico de quando você encontrar alguem numa festa e não quer conversar muito com a pessoa. A letra mesmo da música diz: "If you want to destroy my sweater, Hold this thread as I walk away". Tem aquele velho formato, música tranquila, refrão destruidor, formato o qual nunca nos enjoamos. Alguem discorda? Pergunte ao Kurt Cobain... Voltando a música, tem até solo, e muito bonito. Em seguida vem Surf wax America. Acredito eu uma letra cheia de sarcasmo para com os surfistas, ratos de praia, etc.. Tem duas partes dessa música que são muito interessantes. No meio dela, quando tudo para e o Rivers canta com um backin' vocal foda e uma linha de baixo para, em seguida, acelerar a música de novo e, no melhor estilo Ramones, gritar "Let's Go!", e finalizar com... distorção! Agora, essa é a melhor. Eu nunca pensei que diria, mas Say it ain't so é a melhor. Assim, ela nem resume a banda completamente. Não tem todos elementos característicos. Mas ele é demais! Admito que faço hair guitar nessa música... pra falar a verdade até hair bass eu faço de vez em quando! Ela é redonda, sem arestas. Não tem nenhuma nota sobrando nem faltando! Tem um riff sinistro (tava faltando esse adjetivo), solo desgraçado, e aquela guitarrinha limpa do início é absurda de boa. Toda vez que pego num violão eu toco essa música. Ela é estremamente pessoal do ponto de vista do compositor, fala sobre o pai do vocalista, que era separada de sua mãe. Mas mesmo com esse clima, ela é demais. Agora temos o hino nerd definitivo. Sério, mais geek do que essa música impossível! In the garage já começa com a primeira estrofe falando na primeira pessoa - vou até traduzir pra não ter dúvidas - "Eu arrumei o livro do mestre, eu arrumei um dado de 12 lados, eu comprei a Kitty Pryde, e o Noturno também, esperando por mim". Bem, mais referências do que isso não tem jeito. E ainda diz no refrão:"In the garage, I feel safe.No one cares about my ways. In the garage where I belong. No one hears me sing this song." A garagem de Cuomo, seu refúgio com seus livros de RPG, miniaturas dos X-men e discos do Kiss. Tá bom ou quer mais? Fora a introdução de gaita e violão... Pronto, chegamos a penúltima Holiday. Interessante que o cd não desacelera. Só na última mesmo. Mas ainda não chegamos lá... Essa, como não pode ser diferente, é essencial. A letra nos convida a uma viagem para um lugar desconhecido e distante, na velocidade de uma batida de coração, sem preocupação com malas ou com o resultado de tudo. Psicodélico, e lá continuam as palhetadadas pra baixo, enfim, o que faz o Weezer, Weezer. Sem mais demoras, o final. Only in dreams, a derradeira canção de quase oito minutos! "You can't avoid her. She's in the air... In between molecules of Oxygen and Carbon Dioxide." Eu fui reparar nesse verso anos depois de já tê-la escutada várias vezes.. Acho isso muito interessante em alguns álbuns, os pequenos detalhes que só vemos com o tempo. A música em si é linda. Uma batida de baixo marca a música toda com a bateria, para posteriores incursões das guitarras. Rivers canta com o tom lá no alto, fazendo raiva a muito moleque ai que tenta alcançar: Only in dreams!!! E volta o baixo e a batera, tem solo, outro solo, fica só o baixo, um monte de coisas.. Os instrumetos se alternam para o grand finale. Fica aquela bateria marcando junto no prato e na caixa, sabe? Na verdade eu falei ao contrário, só inverter minhas frases. Mas tudo bem, esse é o fim. Fine. The end. That's all Folks
Not to be continued.
Tudo isso representado numa última nota Lá, no contra-baixo.

Sabe, esse conjunto de músicas não é conceitual, não mudou a história do rock, não criou escatologias, mas, acima de tudo, é carregado de sentimento. Chega ser até uma catarse. São 10 canções extremamente sinceras sem qualquer intenção incutida ou pré-estabelecida. Verdairo, autêntico, com o maior número de pleonasmos possíveis. Interessante que há algum tempo eu o achava estremamente datado e ligado a uma certa época, mas hoje vejo que pra mim, será sempre atemporal.

Interessados: baixe aqui - Weezer (blue album)


quinta-feira, 29 de novembro de 2007

1984 – o ano que fez diferença


O ano é nebuloso em minha mente, mas tenho certeza que foi algo entre 2001 e 2003. O mundo não havia acabado no reveillon de 1999, como predizia Nostradamus e a vida continuava no século XXI. Estava no ensino médio, 2º grau ou sei lá como chamam hoje em dia. Uma revolução literária se passava em minha vida. Seguramente, os anos em que mais li. Algumas porcarias, é verdade – mas clássicos essenciais também.

Interessante que não me lambro se foi por indicação, por ter visto em alguma revista ou site, mas eu acabei lendo o livro 1984, de George Orwell. Bem, eu era um adolescente que escutava muito rock’n roll, e isso é um diferencial muito grande quando se tem 15 anos. Havia uma maneira idiossincrática de reagir às coisas da vida. Bem, vamos ao livro. O que acho mais interessante é que consegui o livro na malfadada biblioteca municipal de Muriaé, seja qual for o nome dela. Digo isso porque, além de mal conservada, ainda é mal-cuidada. Uma criança de cinco anos sairia com quantos livros quisesse de lá, até hoje.

Voltando ao livro, acabei achando-o na parte de literatura inglesa (óbvio, não?), junto com a “Revolução dos bichos”, “A ilha”, entre outros... Não esqueço daquela capa vermelha, aquela simulação de couro que não vemos mais em livros hoje em dia. A capa estava bem danificada e não dava pra saber se, outrora ali, houve alguma escrita. Porém, logo na primeira página havia o título: 1984, de letras vermelhas como a capa. Combinação simples, mas que até hoje acho o máximo!

Acho que é interessante pontuar que, dentro do rock’n roll, escutava muito Punk. Coisa tipo Ramones, Sex Pistols... As bandas clássicas mesmo. Junto, também, com aquele ideal anarquista, revoltado-sem-causa, et coetera... E lá começa aquela história de Winston Smith. O cara que tenta burlar seu sistema. Que vive através dos olhos do “Grande Irmão” (odiava o fato das pessoas não saberem que o “Big Brother” tinha vindo dali). O estado completamente inverso a qualquer utopia, com regras absurdas, totalitarismo, torturas... As torturas!!!

O livro era impressionante. Simplesmente. Claro que existem os best sellers de capítulos curtos que te faz ler até de madrugada. Mas ele prendia com conteúdo. Não esqueço da tentativa de Winston de burlar o sistema, e de como foi traído pela amante. A parte final, onde é torturado até acreditar, acreditar mesmo, que 2 + 2 realmente eram 5, porque o Grande Irmão dizia era absurdamente demais! Toda a tortura psicológica que passava se transferiu pra mim ao fim do livro. A frase “amava o grande irmão” – a última do livro, e que nunca esqueci –, sobre o que sobrara dos cacos da mente de Winston após todo o sofrimento foi o estopim de outra revolta.

Por um tempo eu pensava: tenho que fazer algo! Pensava que o sistema era o inimigo que nos sufocaria e acabaria com nossas vidas. Que outra ditadura poderia se instalar... Sei lá. Tinha que fazer algo pra mudar. Mudar o quê, eu não sabia bem, só mudar. É verdade, fiquei um pouco paranóico. Mas penso eu que era a época de assim ser.

A revolução não veio, mas algo ficou marcado. Pensei até em “pegar” o livro e não devolvê-lo. Mas logo em seguida vi que era um pensamento mesquinho (que outra pessoa teve, pois nunca mais o vi na biblioteca). Outras pessoas também tinham o direito de lê-lo. Assustadoramente, vejo muita coisa do livro pelo mundo afora. China e Venezuela que o digam. E o que é mais legal. Até hoje, quando volto na biblioteca, eu o procuro. Não o acho, e lembro que foi parte de outra época.

domingo, 11 de novembro de 2007

Coincidência, ou não?


Eu gosto mesmo é das coincidências. Desacredito piamente no destino. Não me venha com esse papo de que “tudo está escrito”. Também não sou ingênuo o bastante para não ver que certa seqüência de acontecimentos deságua em certa situação.

Voltando às coincidências. É muito interessante quando vários fatos se interligam sem nenhuma razão aparente, e no fundo você pensa que existe alguma conexão. Mas na verdade, raciocinando – veja bem, raciocínio por si só já é lógico – vê-se que a coincidência é interessante porque não acontece a todo o momento. Lá de vez em quando. Uma pessoa que conhece outra que te conhece que estava num bar que você freqüenta na mesma data, hora e local. Algo por ai. Falo isso porque tive uma dessas felizes coincidências nesses dias.

Uma conhecida minha usava sempre um nick/e-mail. Era um apelido que se analisado apenas as palavras não fazia sentido algum (e eu nunca havia perguntado a razão do nick). Já fazia uns dois anos que eu não tinha qualquer diálogo com ela. Estava lendo umas crônicas num livrinho comprado dum sebo e voilà! Lá estava o nick, era um título da Rachel de Queiroz. Tudo fez sentido. Sim, mera coincidência (isso é titulo de filme, mas foi a melhor frase que encontrei em um período mínimo de tempo).

O legal é parar pra pensar sobre as pequenas coisas da vida, sabe. Esses momentos, pra mim, não tem preço. Aquela conversa informal e inesperada que rende um bom assunto. Aquele filme que passa na sessão da tarde e você não esperava. Pequenas e gratas surpresas do chamado cotidiano que preenchem a semana.


domingo, 26 de agosto de 2007

Música para este dia


Birthday - The Beatles

You say it's your birthday
It's my birthday too--yeah
They say it's your birthday
We're gonna have a good time
I'm glad it's your birthday
Happy birthday to you.

Yes we're going to a party party
Yes we're going to a party party
Yes we're going to a party party.

I would like you to dance--Birthday
Take a cha-cha-cha-chance-Birthday
I would like you to dance--Birthday
Dance

You say it's your birthday
Well it's my birthday too--yeah
You say it's your birthday
We're gonna have a good time
I'm glad it's your birthday
Happy birthday to you.

Baixe aqui

domingo, 19 de agosto de 2007

Ensaio sobre o Domingo

Uma coisa que sempre me afligiu bastante e que causa severos remorsos é o "bendito" domingo. Dia mais inútil da semana, que para alguns é o último, mesmo sendo, na verdade, o primeiro.

O ócio normalmente nada de braçadas - simplesmente não há muito que fazer fora daquele esquema do almoção e do futebol às 4 da tarde na TV. Tenta-se driblá-lo com alguma tecnologia - vá lá, internet, msn, blá blá blá -, mas no fim do dia (dia não, domingo), fica aquela velha sensação de que nada foi feito.

Mesmo vendo aquele filme que te fez pensar ou que te deu acessos de gargalhadas há muito esquecidas - o domingo te frustra.

Esse ano até vi um cara falar sobre o assunto. Ele tava mediando as discussões da Flip (aquele encontro literário) e comentou sobre a inutilidade das manhãs de domingo - que ele sempre estava curando alguma ressaca... Bem, naquele dia ele estava na Flip. "Gastou" bem este tempo.

Mas mesmo assim, um sétimo da vida se vai nesses momentos perdidos com reportagens melodramáticas do Régis Rösing, programas nordestinos de auditório, et coetera...

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Carta ao meu amigo Daykerson

Caro Daykerson,
Qual foi minha surpresa ao conhecer seu novo blog, o "Cosmopolita"! Sabia que mudanças se encaminhavam em sua mente, mas não mudanças tão fortes! Por quê se tornar reacinário neste momento? Tudo bem que a decepção foi grande, mas foi tão grande a ponto de causar tantas mudanças?
O que farás agora com seu "Manifesto do Partido Comunista"? Anos e anos de leituras ideológicas irão pelo ralo? Rasgarás seus "caros amigos" que te informaram - tudo bem que por um ponto de vista específico - quando tudo o mais nada dizia?
O que pode significar Diogo Mainardi em tempos tão incertos? Admito que sempre pensei em você como uma pessoa conservadora ao invés de revolucionária, não que apenas uma dessas características seja necessariamente interessante ou absurda. Mas, o que mais me assustou: como pode haver uma Escola sem Partido, se ela é totalmente partidária??? Sim, pergunto-lhe com três pontos de interrogação!!! Nadando contra a maré vermelha??? Não há uma maré, e sim uma onda formada por uma pedra atirada no centro de uma lagoa de lugar-algum que não sabe onde está e para onde vai!
Finalmente, sabes que te admiro - afinal de contas, nos falamos mesmo após o fim dos encontros do cotidiano do 2º grau - mas nunca desista deste grande país em extensão. mas tão pequeno na arte do raciocínio. Concordo, Londres é um sonho. Mas, por favor, encare comigo a realidade.
Uma abraço,
Valdir Souza,
que até apela, mas nas horas certas.

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Todo carnaval tem seu fim

"_Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz!"
MARCELO CAMELO


Sabe aquele ano em que tudo dá errado? Pois é...

Sabe aquele sábado minguado que dá uma guinada absurda? Então...

Sabe aqueles dias que vão ser lembrados pra sempre? Pois é...

Sabe aqueles problemas que são resolvidos após o reveillon? Então...

Lembra daquele fim de carnaval que trás algumas respostas? Pois é...

É por ai.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

E veio 2007

Realmente: os pedidos de 2006 pra que nada mais acontecesse foram atendidos.


Tanto que 2007 já começou apavorando à todos.


Impressionante o que uma empresa mal estruturada pode fazer a uma cidade. Miraí não esperava que a mineradora em questão na mídia pudesse fazer um estrago tão grande em seu cotidiano.


Mais uma vez neste blog que lhe (às vezes) informa e entretem, pergunto o por quê de tanta omissão na mídia. Se já ouvi falar que a mineradora mal estruturada é firma de um tal Antônio Ermírio de Moraes. Ninguém disse ainda.


É realmente impressionante a capacidade do dinheiro nessas horas.


A mídia não deve se ater a "homens do país"; premiados por "Vejas" e "Istoé's" como homens do século, que não fim das contas, não serão nem lembrados por seus tataranetos, que se lembrarão apenas da gorda recompensa que o sobrenome pode trazer.

domingo, 31 de dezembro de 2006

2006 já pedia um Ano novo

Quando começo a escrever este texto já é Ano novo em algum lugar do mundo. Que bom! o sexto ano do séc. XXI já pedia arrego. Foram tantos mensalões, mesadões, apagões (sic) que 2006 já não se aguentava mais: "Pera aê meu, deixa um pouco de porcaria pro ano que vem". Tudo bem 2006, (eu acho que) seu desejo fo atendido.


Teve a morte do Saddam, que foi meio estranha. Não teve o alarde que eu esperava.No finalzinho do ano, quando todo mundo só espera aquela retrospectiva da Globo que ninguem vê. Deve ter sido uma correria pra colocar este acontecimento, ou não - eles provavelmente já sabiam.


Mas a impressão que realmente ficou foi a de que 2006 foi praticamente inútil. Politicamente, futebolisticamente então nem se fala. E "policialmente' também. Nossos amados defensores criaram um Estado paralelo onde o brasileiro, além de temer o Governo, os traficantes, tem que temer a Polícia também. Pior que a grande mídia não está falando sobre isso. Não entendo o porquê desse segredo.


"Pô, véi" até o James Brown foi embora! 2006 - não te quero mais!

sábado, 28 de outubro de 2006

Rebuliço na cidadezinha

Quem conta um conto, aumenta um ponto. Ou algo assim. Esse, que vou contar, aconteceu numa cidadezinha do interior de Minas, se bem que poderia ser também da Bahia, ou de qualquer outro estado: isso fica á sua escolha.
Certo dia, nesta cidadezinha, um marciano – que vinha de marte, afinal de contas o sistema solar tem outros planetas e a terra não é necessariamente sua primeira parada – aterrissou na pracinha da cidade (aquele tipo de pracinha que toda cidadezinha têm, vocês me entendem). Não deu em outra. Alvoroço geral. Medo; revolta; surpresa, todo tipo de sentimento idiota que um ser humano pode ter foi sentido naquele dia. O que poderia ser feito? Bem, criaram uma comitiva de líderes da cidade, e lá foram recepcionar o marciano.
Ele era tudo aquilo que a melhor ficção cientifica podia supor: baixinho, verde, com antenas e olhos esbugalhados. Mas não é que o desgraçado falava português?! Cumprimentou toda a comitiva com o melhor da elegância e dos bons costumes. Se tivesse um chapéu, teria tirado durante a reverência que fez.
Antes que eu me esqueça, os líderes da comitiva eram, respectivamente, o prefeito, o padre e o delegado; ambos da cidadezinha. Os “três poderes” da cidade. Voltando ao marciano, ele logo chegou dizendo de supetão:
­- Venho em missão de paz.
O delegado, aquele de cidadezinha mesmo, sempre desconfiado, olhou apreensivo pro marciano. O padre, fez o sinal da cruz. O prefeito estava pensando se esta situação lhe serviria para a reeleição...
Então, na velocidade proporcional à sua ignorância, o delegado disse:
- Paz uma ova! Você veio pra conquistar a terra, pensa que eu não vejo tv?! Já assisti a vários filmes sobre isso (sic).
- isso o quê? Perguntou o marciano quase ofendido.
O prefeito, agora acordado de seus devaneios políticos, disse:
- Calma minha gente, vamos ouvir o que o marciano tem a dizer.
O marciano, que tinha a paciência de Odisseu – aquele da Ilíada – realmente não tinha ficado ofendido com as palavras do delegado. E disse, em seguida:
- Venho em missão de paz. Marte, após muito tempo, decidiu se comunicar com os planetas do sistema solar. Venho em nome de minha nação trazer conhecimentos que a raça humana não possui.
- Que tipo de conhecimento? Perguntou o padre, e logo remendou: - Que não seja religioso, pois já temos nosso Deus!
- “Não é nada disso”, falou o marciano. “Trago conhecimento sobre a arte da convivência humana e da paz entre os povos. Nós, os marcianos, também tivemos problemas de convivência, como vocês, humanos. Porem, resolvemos todos eles. E agora, vivemos numa sociedade que vocês chamariam de utópica..
Mas e os ladrões, estupradores, assassinos e políticos no seu planeta, perguntou o padre.. – O que fizeram com eles?(O prefeito olhou de cara feia).
O marciano, meio desconcertado, disse: Bem...nós não temos esses tipos de indivíduos por lá.
- E com os pobres e aflitos, o que fizeram? Questionou o prefeito.
Respondeu, meio desolado, o marciano: “nós também não temos esse tipo de pessoas por lá”. Até parecia que o marciano adquirira um leve tom avermelhado, pensou mas tarde o delegado. Mas, se convenceu que era apenas uma impressão.
O delegado, então, perguntou: Que problemas vocês tinham, então?
O marciano ficou sem resposta. Seus problemas intergalácticos pareciam um grão de areia numa praia, uma gota no oceano, ou seja, toda comparação superlativa que pode vir à nossas mentes.
O ser de marte deu a volta em seus calcanhares (se é que tinha um par deles), entrou em sua espaçonave e foi embora mais rápido do que tinha chegado. Não entendia como um povo podia viver daquele jeito. Em sua análise da Terra, não tinha notado tamanha situação hostil. Guerra, fome e doença. E ao olhar para trás, vendo o planetinha azul pensou num nível de consciência ainda desconhecido: "como é forte esse povo..."

sábado, 30 de setembro de 2006

"É impressionante a capacidade humana de se adaptar a novos ambientes e situações - ou nao. Pessoas espremidas como sardinhas enlatadas (perdão pelo trocadilho) até se sentem "bem" em multidões aglomeradas, porém, perdem o famoso estopim com um mero esbarrão numa rua vazia. Quem entende?"
Olhando para o céu e para nós mesmo podemos notar que muita coisa não mudará. A ausência de "nosso guia" numa simples "conversa" mostra que essa tática funcionará. Assim como funcionou a oito anos atrás.O silêncio aquietante. Enquanto isso, no dia de amanhã, caminhamos mais uma vez sem alguma vontade para decidir quem realmente decide as coisas para nós mesmos, ou para eles mesmos - agora já não importa.
A previsão é essa. Os ventos continuarão os mesmos. Soprando sem vida e sem esperança. Não porque eu quero desse modo, ou você e todo o resto. Mas porque, indubitavelmente, nao há outra escolha. Tudo passa. Nós passaremos. Mas a história é sempre a mesma. Somente os nomes mudam. Todo o resto permanece como um déjà vu mal explicado - o qual não entendemos muito bem.

domingo, 20 de agosto de 2006


Essa foto de Fidel, o saudável foi vinculada pela internet avisando aos americanos pederastas que "el hombre" está bem. Porém, o que mais chamou atenção foi o estilo demonsstrado pelo ex-guerrilheiro. Se vocês notarem, Mr. Castro está com um agasalho da ADIDAS. Sim meus caros, o homem até que gosta de consumir um pouco.



Pra não dizer que eu não falei das flores, corre também na internet outra foto. Quase idêntica a essa. Apenas no lugar do símbolo da ADIDAS se encontra a bandeira de cuba. Photoshop? A versão original fica a seu estado ideológico e de espírito.

domingo, 2 de julho de 2006

Allez les bleus é o c*%#@ralho !

Zinedine "zizou" zidane provou ser - realmente, mais uma vez - o carrasco brasileiro. Nos fez olhar para a verdade que era a falta de coletivismo de nossa pífia seleção que não possui qualquer poder de reação (desculpe-me pela rima ordinária). E o pior de tudo: mostrou para uma geração inteira que nem sempre poderemos chegar na final! Eu só me lembro de 94 pra cá...agora tenho algo mais pra lembrar...
Tentando esquecer esse desastre; como pode a FIFA fazer uma campanha tão chula quanto esta que possui o monte: " a time to make friends". A amizade e o famoso fair play estiveram pouquíssimas vezes em campo. Como bom exemplo, não posso deixar de exaltar nossos queridíssimos hermanos que gostariam de ter partido pra cima dos alemães após sua derrota. Na minha cabeça, só ficou a imagem de Maxi Rodriguez, no melhor estilo briga-de-rua-sem-noção-do-que-está-fazendo, pulando para acertar um soco no alemão podolski e logo após sair correndo como "homem íntegro" que é.
Parece sacanagem mas é verdade: desde 58, quando o Brasil venceu sua 1ª Copa, na Suécia por sinal, nenhum outro país não-europeu venceu alguma Copa disputada no velho continente. Curiosidade aparte, os semi-finalistas são de lá. Futebol também é podre pelo mundo afora.

quarta-feira, 7 de junho de 2006

E lá vem o golpe



APRENDA A DANÇA DA PIZZA VOCÊ TAMBÉM!
AGORA PASSO-A-PASSO!!!>>>>>>>>>>>>>>>



O ano de 2005 trouxe muitas surpresas para o povo brasileiro.Foi impressionante o número de denúncias contra personagens do atual governo.Mas o que realmente ficou para o próprio povo, enquanto eleitores em 2006?
É complicada a análise a sangue frio. Inicialmente podemos taxar este governo de corrupto e inócuo, assim como tantos foram no passado, mas temos de analisar também o outro lado da moeda. Será que um retorno da direita neoliberal ao poder seria algo interessante?Ou então, poderia Lula fazer suas as palavras de FHC em sua campanha: “quatro anos é muito pouco, povo brasileiro!”.
Basicamente, o futuro brasileiro é bastante nebuloso (menos para os pessimistas de plantão que acham que tudo está e sempre estará errado), no sentido de não haver conjecturas sobre o próprio. É mais fácil opinar sobre a Copa do Mundo (lembrem-se de 1970) do que sobre a política, sobre os candidatos...
Candidatos estes que já entram com o pé na lama!!!Como pode Antony Garotinho, que tem mais furos em sua carreira política do que um barraco da Rocinha se quer cogitar uma candidatura nacional? Assim, nem morre na praia, muito menos começam a nadar...
O carisma dos próprios já está à mostra em campanhas falseadas por fatos estranhos e promessas (como sempre não-cumpridas) já estão aí!!! “Marqueteiros” botam suas unhas de fora, regurgitam palavras antigas de falso significado para nós que, indefesos como sempre nada podermos fazer.
Espera aí! O voto é nosso!A lista de canalhas é extensa e conhecida!

Professor Luizinho (PT-SP), João Magno (PT-MG), José Borba (PMDB-PR), Carlos Rodrigues (PL-RJ), Vanderval Santos (PL), Josias Gomes (PT-BA), José Mentor (PT-SP), José Janene (PP-PR), Romeu Queiroz (PTB-MG), Paulo Rocha (PT-BA), Pedro Correia (PP-PE), Vadão Gomes (PP-SP), João Paulo Cunha (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT).

Tudo bem que muitos fora absolvidos - lembram da dança da pizza? - mas não tiveram seus nomes relacionados por mero capricho do destino.
Portanto, você que lê este texto com bastante boa vontade, pense mais uma vez! Não jogue fora um direito seu (e não uma obrigação)!Vote com consciência, para que não haja arrependimento depois.

domingo, 21 de maio de 2006

(o que seria) O pior dia da minha vida

17/05/06. O dia até que começou bem. Devo ter acordado lá pelas onze horas da matina. Final da Champions League. Transmissão marcada pra começar ás três da tarde. Barça x Arsenal. O melhor ataque contra a melhor defesa, respectivamente. MAS, algo tinha que acontecer. Indagado sobre uma carona por mi madre, tive que sair de casa á tarde... Beleza, tudo jóia ainda. Vai dar tempo...À não ser pelo que viria a seguir.....Depois de ir ao dentista, e esperar até que relativamente pouco na saleta onde estava (bizarro, tinha até musica ambiente,estilo eazy listening), fomos a uma verdadeira loja de tranqueiras, daquelas que vendem tudo que se possa imaginar. Logo de ínicio a coisa já complica... Paro o carro em local proibido, mal saio do próprio e já sou abordado por um "polícia", jóia, "tô" errado mesmo. Mas não é que o pilantra ficou de olho pra ver o que eu faria em seguida! Quase que eu "arranco" o carro sem botar o cinto de segurança. Minha mãe me alertou antes (falou que "ele" estava de olho em mim"). Ponto pra ela. Achamos nossa vaga e fomos as nosso destino. Uma dessas lojas de presentes e derivados que vendem de tudo um pouco (não farei comercial grátis). Resolvida nossa situação, já nos encaminhavamos para o carro quando dei por falta de meu telefone celular. Pqp, aí já viu né....procura aqui, procura ali e nada de achar....Então, munido de um cartão telefônico, comecei a ligar pra ele. Quem sabe alguem já tinha encontrado... Chamou, chamou e ninguém atendia. Pelo visto, ainda estava desaparecido. Voltei pro carro e fui procurar, de novo. Nada dele, mais uma vez. Daí então pedi pra uma garota, de uma loja em frente onde estava o carro, ligar pra ele, pra ouvir se estava dentro carro em algum lugar obscuro (sem duplo sentido). Dito e feito. Lá estava o causador de todo o problema, bem embaixo de um daqueles "papeizinhos" de rotativo. Isso só serviu pra alimentar mais ainda o meu ódio pelas ruas que tem estacionamento do tipo. Problema resolvido, vamos para casa! Mas não, antes tive a brilhante idéia de passar numa banca de revistas. Chegando lá, a costumeira senhorinha senil estava no caixa...Não tenho o menor preconceito para com a terceira idade, mas ela errara o troco nas últimas três vezes em que eu passara no recinto, e não satisfeita, não acreditava em mim mais uma vez. Com sua visão deturpada pela idade, não consegue enchergar o preço da revista....sempre chego e digo antes para evitar a enrolação, e ela como sempre, não acredita. Blábláblá, tudo mais uma vez resolvido, e até que enfim, estou em casa.Pra minha surpresa, o jogo não começou às três como tinha sido anunciado, mas somente às quatro. No fim das contas, tinha tempo de sobra...Começa então o jogo, Barcelona favoritíssimo, Arsenal "comera todo o campeonato pelas beiradas". Um jogo inicialmente tímido, mas que teve momentos estranhos. O (quase) inesperado acontece. No início da partida, é o Arsenal quem dá as cartas. Em dois lances, Thierry Henry poderia ter mudado a história para sempre. Porém, foi Campbell (de cabeça) que abriu o placar para o Arsenal (falta combrada com perfeição por Henry). Zebra??? Ainda não, quem sabe...Lá se vai o 1º tempo. Quarenta e cinco minutos finais. Ronaldinho não tem um dia de gaucho, enquanto Henry tem um dia de Henry (ganhou todas sobre o Puyol). Somente com as alterações de Frank Rijkaard o time do Barcelona conseguiu a virada. O clássico futebol arte vencendo o futebol-tático do Arsenal. Foi justiça divina. Pra não falar que esse tipo de time não funciona. Até sem o seu camisa 10 ele funcionou...

domingo, 23 de abril de 2006

Sonhar é preciso!

Nesses dias de ínicio de Campeonato Brasileiro parei pra imaginar (mentira,já veio tudo à minha mente sem precisar pensar muito..) como seria o rendimento do meu time neste ano de 2006. Levando em conta que este time é o Flamengo e eu tenho uma posição realista dos fatos (tudo bem, é m pouco puxada pro pessimismo mas ainda é realista!!!) já imaginava que seria como nos últimos anos.
Através desses pensamentos, tive então, essa ideía.
P.s.:esse texto era pra ter sido escrito antes do início do campeonato...mas ainda é um sonho.

Campeonato Brasileito 2006, útima rodada, Flamengo x Santos, uma decisão inesperada pra um fraco campeonato de pontos corridos...O Santos, a máquina perfeita de Wanderley Luxemburgo!!!Uma campanha impecável (levando em conta os atletas envolvidos) que posssibilitaria mais um "brasileiro' para o Peixe.
O Flamengo!!!!Como num ataque de "amor à camisa" repatria vários de seus craques!!!Juan, o melhor zagueiro em anos que passou na gávea, manda os xucrutes "praquelelugar" e dizendo que não aguentava mais tanto frio volta pro seu time revelador!
Liédson, cansado de golear pobres times portugueses e de perder a paciência com nosso "descobridores gajos" volta à sua pátria com a mesma missão que tinha: estufar a rede adversária!!!
Adriano!!!!!O Imperador!!!Cansado da tietagem italiana e farto de tanta pizza,ravioli e derivados resolve deixar o trono para kaká,o príncipe de Milão.(Sem dizer que a Internacionale não lhe dava o devido valor.....).
Sávio (que é o único pingo de sanidade deste texto) larga las espanholas dela vida e vem pra o Rubronegro mais uma vez para entortar zagas e servir como ninguem.
Eu queria que fosse assim, só uma vez, só umazinha....ver meu time fazer bonito pro mundo inteiro ver de novo.

domingo, 12 de março de 2006

Time is Money !!!Oh yeah....

Life is very short and there's no time..
Lennon/Mccartney

O que esperar da vida? Não minto, li sobre esse assunto no blog do Raphael. Só que eu não tinha uma resposta pra pergunta. Não o que esperamos da vida, mas como devemos levá-la. E apesar de tudo, ainda não tenho uma resposta! O que seria "mais adequado" : levar tudo no melhor estilo Carpe Diem ou no modo mais desrregrado da vida? Pergunta difícil...
Não tinha e ainda não tenho uma resposta pra tudo isso .O "fanfarrão way of life" até que parece interessante, mas , até quando? E viver na defensiva é praticamente não viver. Se houvesse pelo menos uma "balança" que medisse tudo isso e indicasse o caminho certo da neutralidade, ou, algo do gênero, algumas coisas seriam mais fáceis de se entender.
O que me faz lembrar da banalização do assunto, pois até a Pitty diz 'pra não deixarmos nada pra semana que vem...' ...é mole ?.....

quarta-feira, 1 de março de 2006

Só pra pensar

Leia : V de vingança
Watchmen
O Cavaleiro das Trevas

Ouça: Weezer
Ben kweller
Fountains of Wayne


Depois : me fale o que achou.

domingo, 25 de dezembro de 2005

Assim não dá,assim não pode !

"O infortúnio é multiplo. A infelicidade, sobre a terra, multiforme.Dominando, como o arco-íris, o amplo horizonte, seus matizes são tão variados como os desse arco e,também, nitidos, embora intimamente unidos entre si ."
Esse é o início do texto 'Berenice' de Edgar Allan Poe".Vejam ,então,por voces mesmos como pode ser complicado a leitura de um texto(que é até consagrado).Como podemos reclamar do nosso país e da ignorância de nosso povo?Imagina só um 'cara ' sem o mínimo costume de leitura pegando o texto acima para ler.
Seria trágico se não fosse cômico !!!O ponto em que quero chegar é o seguinte:o erro vem de infância??Pode ser corrigido depois??O que deveria mudar, principalmente a curto prazo ?
O termo "escola" já não ajuda muito......Se depender de pais para uma leitura no nosso país,pode saber que o futuro é negro(será que esse termo esta naquela lista anti-ética do presidente).
Ainda nao defini um padrão de texto pro meu blog,mas o humor sempre estará nele.Meu tempo já é curto o suficiente,e ,digitar sem os modismos da rede jah eh dificil,vjam vcs....
Portanto,paciência ,my friends...Esperem um pouco mais,e,assuntos decentes virão naturalmente.